Rodrigo PalharesVivência & Resistência Se interessou por algo? Fale comigoFale comigo

RodrigoPalhares

Vivência & Resistência

Batucando, desenhando e vivendo.

Recife, desde 1979. Pinta com o que tem à mão e batuca no que estiver por perto.

Cor

Gente que não cabe num rosto só. Bicho com cara de gente, gente com cara de bicho, trompetista, vizinha, filósofo. Contorno preto grosso e cor que não pede licença. De vez em quando a pintura fala: "Sartre", "Don't blame me", "Wake up, young man". Os títulos são dele. Onde fica Lelekland? Pergunte ao artista.

Nº 01 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 02 Ella e a Ave, 2015. Pintura sobre papel.
Nº 03 Trompetista, 2015. Pintura sobre papel.
Nº 04 Pessoa de Lelekland, 2015. Pintura sobre tela.
Nº 05 Homem forte, pássaro fraco, 2015. Pintura sobre papel.
Nº 06 Vilma Tina, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 07 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 08 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 09 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 10 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 11 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 12 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 13 Sem título, 2016. Aquarela sobre papel.
Nº 14 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 15 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 16 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 17 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 18 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 19 Sem título, 2016. Pintura sobre papel.
Nº 20 Sem título, 2016. Desenho digital.

Traço

Caneta esferográfica azul, a mais comum que existe, e uma folha A4. Com isso ele põe um homem diante de um anjo e de um demônio, um opressor de braço comprido apontando para um oprimido encolhido, o Recife inteiro rabiscado. Mais atrás vêm os nanquins: Brubeck, Mauro (o fumante), Estevam (o tocador), Marieta, um velho, dois elefantes e Nietzsche.

Nº 21 Além do Bem e do Mal, 2026. Caneta esferográfica azul sobre papel.
Nº 22 O opressor e o oprimido, 2026. Caneta esferográfica azul sobre papel.
Nº 23 Paisagem, 2026. Caneta esferográfica azul sobre papel.
Nº 24 Brubeck!, 2014. Caneta sobre papel.
Nº 25 Jazzzzz, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 26 Mauro, o fumante, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 27 Estevam, o tocador, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 28 Guitarrista, 2015. Caneta sobre papel.
Nº 29 Eric 2, 2014. Grafite sobre papel.
Nº 30 Baixista, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 31 Nietzsche, 2015. Caneta sobre papel.
Nº 32 Velho, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 33 Marieta, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 34 Elefantes, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 35 A baba do pássaro, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 36 Misteriosa, 2015. Grafite sobre papel.
Nº 37 Francis, 2014. Grafite sobre papel.
Nº 38 Ana Teresa, 2014. Caneta sobre papel.
Nº 39 Ela é o cara, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 40 O tocador, 2014. Nanquim sobre papel.
Nº 41 Homem com bico de ave, 2014. Caneta sobre papel.
Nº 42 Sem título, 2016. Grafite sobre papel.

Tinta preta

Setembro de 2026: pincel largo, tinta preta com água, duas pinturas por dia. O Recife aparece de cima e de lado, com casario, igreja, mercado e árvore invadindo a rua. E um saxofonista, porque em toda série dele tem um músico.

Nº 43 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 44 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 45 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 46 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 47 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 48 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 49 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 50 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 51 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 52 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 53 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 54 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 55 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 56 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 57 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 58 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.
Nº 59 Sem título, set. 2026. Tinta preta sobre papel.

Ritmo e imagem

Copo de vidro vira frevo. Cinzeiro vira caixa. O ventilador ganhou uma peça só para ele. Xilofone, flauta doce, violão, bateria, bongô: Rodrigo toca no que estiver ao alcance da mão, e é a mesma mão que pinta.

O batuque lá de cima foi gravado em casa, no bongô, numa noite de julho de 2026. Sem metrônomo e sem edição.

Rodrigo Palhares segurando uma de suas pinturas diante do rosto

Sobre

Rodrigo Palhares nasceu no Recife em 1979 e começou a desenhar aos seis anos. Ninguém ensinou. Aprendeu olhando gente, ouvindo jazz e frevo e lendo filosofia, que de vez em quando escapa para dentro das pinturas.

São mais de quinze anos de papel cheio: centenas de desenhos e pinturas guardados em casa, dos rostos coloridos de 2015 às paisagens em tinta preta de agora. Esta página mostra uma parte. O resto está nas gavetas, esperando moldura.

Sobre as artes. Não abandonei, de fato.Rodrigo, no Instagram, abril de 2025

Leve uma pra casa

Cada obra é única e feita à mão. Quase todas em A4 (21 x 30 cm), que cabe em moldura padrão. Viu uma que conversa com você? Chama.

Fale comigo pelo WhatsApp @ropalhares79

Como funciona

  1. Escolha pela galeria ou peça o catálogo completo.
  2. Mande o nome da obra. A gente confirma se ela ainda está aqui e combina o valor.
  3. Pix, e a obra vai bem embalada: retirada no Recife ou envio pelos Correios.
Catálogo (edição)
NºObraDisponívelPreço (R$)